quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Businessman Joaquim Alencar wants to play the presidency of the Amazonian Football Federation

Businessman Joaquim Alencar wants to 
play the presidency of the Amazonian 
Football Federation
 

Businessman Joaquim Alencar wants to play the presidency of the Amazonian Football Federation


 

 

Empresário Joaquim Alencar quer disputar a presidência da Federação Amazonense de Futebol


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Se o presidente da Federação Amazonense de Futebol reclamava de que ninguém queria assumir o “pepino”, não tem mais argumento. O empresário Joaquim Alencar, que fez história no futebol amazonense ao promover grandes eventos, como a vinda do Cosmos de Nova Iorque a Manaus e a contratação do “Furacão da Copa de 70” Jairzinho pelo Fast Clube, quer o cargo, mas não acredita no discurso de desapego do atual mandatário.

Confira a entrevista que ele deu ao blog:
Blog – O presidente da FAF, Dissica Valério Thomaz, está no cargo há muito tempo e costuma dizer que só continua porque não tem quem queira substitui-lo. O que o senhor acha dessa afirmação?
Joaquim – Não é verdade , até porque Lionel Ferreira , que foi candidato várias vezes . sempre reclama que o presidente da não disponibiliza nada e esconde inclusive o edital de convocação .
Blog – O que você acha da condução do futebol amazonense?
Joaquim – A gestão deixa a desejar em todos os sentidos. Não tem planejamento e nem objetivo .
Blog – Por que campeonatos de bairro e o Peladão fazem mais sucesso que o Campeonato Amazonense?
Joaquim – Porque eles têm planejamento, mídia e apoio de patrocinadores, além de estratégias de marketing.
Blog – O que o credenciaria a ser presidente da FAF?
Joaquim – Tudo que aconteceu de bom no futebol amazonense nos últimos 40 anos foi realizado pelo Joaquim Alencar e seus pares ou teve  a participação dele .
Blog – O que o senhor pensa sobre as denúncias de corrupção no futebol?
Joaquim – Com a palavra o Ministério Público do Estado, que já denunciou o malfeito .

Paloma Bernardi surpreende ao surgir quase nua na web

Paloma Bernardi surpreende ao surgir quase nua na web

Redação Vida e Estilo
Yahoo Vida e Estilo

Paloma Bernardi exibe boa forma (Reprodução/Instagram)
Dona de um belo rosto e de um par de olhos claros que costumam se destacar por onde ela passa, a atriz Paloma Bernardi, 31, apareceu em um clique ousado que foi divulgado nas redes sociais.
Nesta última quarta-feira (21), o fotógrafo André Schiliró divulgou o registro em seu Instagram. Na foto em questão, a famosa surgiu nua e coberta apenas por um pedaço de lã. “A lindíssima e maravilhosa Paloma Bernardi”, elogiou o profissional na legenda da imagem que arrancou suspiros de muita gente. “Adorei, sempre bom ser clicada por você”, agradeceu a artista da TV Record.
Após encerrar os trabalhos como a vilã Samara na novela bíblica “A Terra Prometida”, Paloma Bernardi se prepara para fazer bonito no Carnaval de 2017. Rainha de bateria da escola de samba carioca Grande Rio, a namorada do ator Thiago Martins, 28, está animada com a chegada da folia. “Acho que vai ser incrível você poder juntar o Carnaval da Bahia com o do Rio através da Ivete”, comentou ela em uma entrevista sobre o enredo da agremiação que vai homenagear a cantora Ivete Sangalo, 44.

A queda do ‘Imortal’ Colorado

A queda do ‘Imortal’ Colorado
Salvador, 23 de dezembro de 1979.
Estava com meus pais e irmãos na casa do meu tio, onde iríamos passar o Natal.
Naquele dia, no estádio do Beira Rio, Internacional e Vasco da Gama decidiriam o título brasileiro.
O Colorado, por ter vencido a primeira partida das finais no Maracanã, 2 a 0, com dois gols de Chico Spina, já era considerado o virtual campeão. Aos cariocas caberiam o improvável.
A equipe gaúcha estava invicta e buscaria o terceiro título brasileito, algo inédito até então.
Juntamente com meus primos, éramos 10 pessoas. Apenas um deles, vascaíno.
Resolveu-se fazer um bolão. Dentro de uma caixa foram colocados números de 2 a 11.
Saudade do tempo em que eram apenas estes números (e que goleiros não marcavam gols).
Cada um pegaria um número. O vencedor seria quem pegasse o número do autor do primeiro gol da partida.
Se não tive a sorte de pegar o número 9 dos centroavantes, Bira, goleador que viera do futebol paraense, e de Roberto Dinamite, fiquei com o 8, do colorado Jair e do cruzmaltino Paulinho.
A cada jogada, a minha torcida era pelo 8.
Aos 40 minutos do primeiro tempo, em jogada iniciada por Mário Sérgio, a bola soprou nos pés de Jair que driblou o goleiro Leão e abriu o placar.
Minha primeira e uma das raras vitórias em um bolão.
No segundo tempo, foi apenas ver a aula de futebol daquele time de vermelho.
O Internacional jogava demais.
Comandados pelo técnico Enio Andrade, Benitez, João Carlos, Mauro Pastor, Mauro Galvão e Cláudio Mineiro; Batista, Falcão, que marcou o segundo gol, e Jair; Valdomiro, depois Chico Spina, Bira e Mário Sérgio, confirmaram o título, com uma vitória por 2 a 1 que só não foi maior por conta de uma grande atuação de Leão, o goleiro da equipe carioca.
A vitória colorado no entanto significou muito mais para mim. Como imaginar que alguma equipe conseguiria algum dia chegar ao feito de ser tricampeão brasileiro, e ainda mais de forma invicta. Talvez por conta disso, sempre tive certo fascínio pelo Internacional, ainda que não seja seu torcedor.
Creio que, até mesmo, para muitos colorados, nenhum time foi tão forte quanto aquele que dominou o futebol brasileiro durante a década de 1970, e que deixou para trás as equipes do eixo Rio-São Paulo, que costumavam dominar este cenário.
Cabe lembrar que até aquele momento o Internacional já era tricampeão, enquanto Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Santos sequer tinham conquistado um único campeonato brasileiro, que começou a ser disputado em 1971.
Também por conta disso, que entre as 5 equipes que até este ano jamais tinham sido rebaixadas, além dos gaúchos, Cruzeiro, Flamengo, Santos e São Paulo, ainda que por tabela a Chapecoense jamais tenha sido também, sempre imaginei que o Internacional seria o único que se perpetuaria na primeira divisão do Campeonato Brasileiro.
Pois é, o destino trouxe, mais uma vez, as quatro linhas algo inapelável a qualquer clube, seja de que tamanho ele for.
Uma pena.

Grande abraço
José Renato Santiago

GALERIA: El TOP 10 ranking FIFA en diciembre

GALERIA: El TOP 10 ranking FIFA en diciembre

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Rafaela Silva dividiu prêmio dos Jogos Olímpicos e teme fim de benefício

Rafaela Silva dividiu prêmio dos Jogos Olímpicos e teme fim de benefício

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Rafaela Silva ostenta nove tatuagens, espalhadas principalmente por seus braços.
Uma delas, feita por ocasião dos Jogos de Londres, em 2012, decreta: "só Deus sabe o quanto eu sofri e o que eu fiz para chegar até aqui".
Outra, marcada com tinta no contorno do antebraço direito, diz que "o medo de perder tira a vontade de ganhar".
Sofrimento, medo, derrota e vitória são palavras que resumem sua trajetória. Mas, passado seu momento de glória, ela prevê outras dificuldades no futuro próximo.
A judoca que protagonizou o maior conto de fadas dos Jogos do Rio com o ouro na categoria leve (até 57 kg) está cética quanto ao futuro do esporte olímpico brasileiro.
A façanha lhe rendeu um prêmio em novembro, no Qatar, de desempenho mais inspirador do megaevento.
Suas principais críticas recaem na iminente fuga de investimento de estatais e patrocinadores após o evento.
"Não melhorou nada em relação a patrocínio. Piorou. Nós tínhamos um apoio do governo que era o Bolsa Pódio, e agora não sabemos se a receberemos mais. Faz falta a todos, inclusive aos medalhistas. Para quem não foi vai fazer mais falta ainda", afirma Rafaela à Folha no polo Cidade de Deus do Instituto Reação, onde treina.
O benefício pago pelo governo federal varia entre R$ 5 mil e R$ 15 mil e contempla atletas que estão entre os 20 melhores do mundo –olímpicos e paraolímpicos.
Rafaela receberá R$ 8 mil mensais até fevereiro. Para alguns atletas, o incentivo cessou após o fim dos Jogos e não houve nenhum edital para a renovação do benefícios desde então.
O Ministério do Esporte diz que, como se trata de lei, não será encerrado e continuará até Tóquio-2020. A pasta afirma estar prestes a lançar um novo edital para o ciclo. Desde 2013, foram investidos mais de R$ 60 milhões na bolsa, que beneficiou 322 atletas.
Para Rafaela, depender da verba pública é um risco. Recentemente, estendeu o contrato com seu único patrocinador pessoal, uma empresa de telefonia, mas diz saber que se trata de exceção.
"Justamente pelo fato de que o tempo não vai parar para esperar o Bolsa Pódio voltar é que me preocupa. A gente treina diariamente, precisa de quimonos que custam R$ 1.600. Eles rasgam. E as contas continuam a cair todos os meses", comenta. "Essa parte financeira está preocupando todos os atletas."
Rafaela liderou um movimento intramuros na seleção de judô durante os Jogos Olímpicos, em agosto.
Com direito a gorda premiação da Confederação Brasileira de Judô pelo ouro, reuniu Mayra Aguiar e Rafael Silva, medalhistas de bronze, e sugeriu que os valores a que tinham direito fossem somados e divididos entre todos.
Os dirigentes aceitaram o rateio. "Se eu ficasse com o valor pela medalha de ouro, ganharia dez vezes mais do que realmente recebi", diz.
Ajudou, por exemplo, Mariana Silva, quinta colocada no meio-médio (até 63 kg) no Rio, que não tem patrocínio.
A judoca diz tirar um complemento de renda de palestras que tem feito pelo Brasil, após a conquista da medalha.
"Com isso, consigo ajudar minha família", diz ela.
Nas apresentações, Rafaela não exibe gráficos sofisticados nem domina os ouvintes com teatralidade. "É mais para contar um pouco da minha história de vida."
"Na maioria fui aplaudida de pé. Vi pessoas secando lágrimas. No fim, nem querem autógrafo, mas um abraço e dizer para não desistir. Elas veem minha medalha, mas não sabem o que eu passei."
Criada na Cidade de Deus, uma das maiores favelas do Rio, achou refúgio no judô.
"Conheci a Rafaela com 8 anos e vi que ela tinha uma força natural da comunidade. Disse: 'um dia vou botar você na seleção'. Ela nem sabia o que era isso", conta Geraldo Bernardes, seu técnico.
O treinador diz que o ímpeto dela o obrigou, no passado, a ir a colégio para demover a direção de expulsá-la.
"Uma vez a Rafaela jogou gesso na cabeça de um moleque. E agora tem escola no nome dela. O que não é a vida, né?", brinca, ao se referir a instituição na zona oeste do Rio que agora a homenageia.
Ela só voltará a competir em fevereiro, no Grand Slam de Paris, com um sonho.
"A sensação de subir ao topo olímpico foi inesquecível. Gostaria de sentir de novo."

Biquíni de tiras ressuscita moda na praia e deixa bronzeado geométrico

Biquíni de tiras ressuscita moda na praia e deixa bronzeado geométrico


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A preocupação com o bronzeado perfeito ficou para trás. Com o biquíni da moda deste verão, a ousadia é o que interessa. O resultado do período sob o sol, um inusitado mosaico na pele, fica para depois.
O biquíni de tiras, ou o "strappy bikini", foi precedido pelo sutiã desse gênero, cheio de fitas decorativas e alças feitas para ficarem à mostra –e não mais escondidas como antes. Desenhos geométricos dão um ar moderno à composição que agora chega à areia, escolhida por ser "diferente".
Foi a palavra mais repetida pelas mulheres entrevistadas pela Folha na praia, como a dentista Patrícia Negreiros, 26, que usava um conjunto preto e liso, mas com trançados que deixam as peças vazadas. "É interessante, uma parte diferente do corpo fica à mostra", diz, apontando para o espaço entre os seios.
Por ser "diferente", Camila Camargo, 34, elegeu o modelo para seu último dia na praia –ela está prestes a se mudar para Londres, onde o marido mora. E foi ele quem lhe presenteou o biquíni, via correio. "Ele é ligado nisso, deve saber que está na moda", presume.
MARQUINHA
"Se vai ficar bom ou não depois do sol, aí não sei, são outros quinhentos", diz Flávia Carpas, 35, sentada em sua cadeira de praia em Maresias no início de uma manhã nublada. Na parte de baixo do biquíni branco, três tiras de cada lado recortam seu quadril. "Tem que ter estilo."
"A onda do biquíni está sofisticada", diz Sharon Azulay, diretora criativa da marca BlueMan. "A mulher brasileira não está mais na 'vibe' de ficar tostando no sol. Por conta das redes sociais, pensa mais em tirar foto com o biquíni na praia. A marca de sol ficou para segundo plano."
Ela conta que a tendência, "talvez pela primeira vez" no caso da moda praia, foi importada pelo Brasil, país que normalmente costuma criar modismos. E sugere: "é bonito quando não fica "over", sem carregar nas estampas".
O sol dá as caras e, no fim do dia, Maysa Sumariva, 18, está com a sua marquinha na diagonal, no meio do colo. Ela dá de ombros: "Achei demais, estou arrasando". No dia anterior, quando um esboço do desenho já marcava seu corpo, conta, colocou uma regata para sair e "ficou lindo". "Mandei foto para meu namorado e ele adorou." Sob os seios, o quadriculado de tiras não deixa marca –e ela se diz aliviada. "Aí seria demais."
Em Riviera, a administradora Renata Cunha, 32, usa o biquíni sem se preocupar com a marca porque se protege do sol. "Não gosto da sensação de me expor ao sol, então estou com o biquíni porque o achei bonito mesmo", afirma, sobre o top todo trançado nas costas. O modelo, observa ela, favorece seu colo.
Ao lado, sua amiga Amanda Salgado, 32, é incisiva: "Jamais usaria esse modelo! Na minha técnica para o bronzeado perfeito, alterno o tomara que caia com o cortininha".
Mas há métodos para tomar sol com o biquíni sem embaralhar o bronzeado. As amigas Mariana Zacchi, 32, e Talitha Ficher, 32, compraram juntas, em Juqueí, biquínis com tiras na parte de cima. Ao tomar sol, porém, as escondem, ocultando as fitas embaixo do tecido. Talitha elogia o modelo porque diz ver poucas novas opções de biquínis.
E não é de hoje que a alternativa existe. Há 12 anos, reportagem desta Folha falava sobre a moda da vez: "biquínis cheios de recorte que compõem peças vazadas". Em 2004, porém, a moda não era restrita às tiras: as peças tinham largos decotes –na lateral das peças, por exemplo–, que hoje são comuns.