quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Concacaf estuda candidatura de México/EUA/Canadá à Copa de 2026


Esportes

Concacaf estuda candidatura de México/EUA/Canadá à Copa de 2026

28/12/2016 às 19:15 - Atualizado em 28/12/2016 às 20:03
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Reuters Dubai (EAU)
Dirigentes do futebol dos Estados Unidos, do Canadá e do México devem se reunir no ano que vem para discutir a possibilidade de uma candidatura conjunta para organizar a Copa do Mundo de 2026, disse nesta quarta-feira (28) o presidente da Concacaf, Victor Montagliani.
A Fifa confirmou em outubro que vai aceitar candidaturas conjuntas para o torneio de 2026, sem qualquer restrição quanto ao número de países em uma mesma proposta.
"É obviamente uma possibilidade", disse Montagliani à Reuters nos bastidores de uma conferência esportiva em Dubai. "Estamos totalmente cientes de que cada país poderia provavelmente organizar por conta própria".
A Concacaf é a entidade responsável pelo futebol nas Américas do Norte e Central e no Caribe.
Em caso de vitória, seria a primeira vez que a Copa do Mundo aconteceria em uma país da Concacaf desde a Copa de 1994 nos Estados Unidos, e a primeira em mais de um país desde o Mundial de 2002 realizado no Japão e na Coreia do Sul.
"É hora de voltar", disse Montagliani, acrescentando que a Concacaf "absolutamente" espera que o torneio de 2026 seja organizado por um de seus 41 membros.
A Copa de 2026 também pode ser a primeira com um aumento no número de participantes de 32 para 48, caso a proposta defendida pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, seja aprovada.

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Manaus

Uma das mais belas espécies de araras, a canindé, volta aos céus de Manaus

29/12/2016 às 05:00
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Silane Souza Manaus (AM)
Sem aparecer há pelo menos dez anos em Manaus, as araras-canindé (de cores azul, amarelo e preto) voltaram a ser vistas este ano na cidade. Há relatos de revoada dessa espécie em diversas áreas verdes da capital, dentre as quais a do Museu da Amazônia (Musa), no bairro Cidade de Deus, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e do conjunto Acariquara, no Coroado, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), no Adrianópolis.
O veterinário Anselmo D’Affonseca contou que viu um casal de araras-canindé com um filhote na mata do Inpa e há três semanas viu um bando com aproximadamente 42 araras-canindé passar pelos céus do Musa. De acordo com ele, que fotografou essa espécie de arara numa reserva do Inpa, na BR-174, e em Balbina, em Presidente Figueiredo, nunca tinha visto essas araras em Manaus. “Foi uma surpresa porque pela primeira vez vi araras-canindé voando na cidade”, afirmou.
Conforme o jardineiro Naldo Silva, 30, houve muita revoada de araras-canindé na floresta do conjunto Acariquara. Ele relata que elas apareciam de manhã cedo e no final da tarde. Agora, elas continuam indo ao local, mas em menor quantidade. “Antes vinham mais e tanto araras vermelhas quanto azuis. Elas faziam muito barulho quando estavam comendo frutos dos açaizeiros e das azeitoneiras. Atualmente elas continuam aparecendo, mas em bando pequeno”, disse.
A bióloga Aline Ramos dos Santos viu araras-canindé na Área de Proteção Ambiental (APA) da Ufam. Ela disse que ficou surpresa com a quantidade de araras por perto, nessa época, tanto no conjunto Acariquara quanto na Ufam. “Elas estão muito presentes agora. Acho que nunca vi tanta arara, com tanta frequência, como nos últimos dias! Além do ‘ressurgimento’ das canindés, de uma forma geral, está tendo mais araras na área. Qual será o motivo?”, questiona a bióloga.
De acordo com o pesquisador do Inpa Mário Cohn-Haft, as araras-canindé começaram a aparecer, em grande quantidade, em Manaus, em outubro deste ano. Ele disse que não da para saber o que trouxe essa espécie de arara, que não aparecia na cidade há pelo menos dez anos ou mais. “Esse é um evento misterioso. Não está claro se o que estimula é a abundância de alimento onde aparecem ou a escassez em seu lugar de origem ou as duas coisas juntas”, observou.

 (Foto: Anselmo D’Affonseca/Divulgação)
Fenômeno semelhante com tucanos
e acordo com o pesquisador do Inpa Mário Cohn-Haft, essa não é a primeira vez que acontecem invasões esporádicas de aves atrás de comida em Manaus. Conforme ele, em 1989-1990 houve uma invasão de tucanos na cidade. Foi um movimento inédito como este que está sendo observado com as araras-canindé.
Periquitos apresentam comportamento sazonal no V8
O pesquisador do Inpa Mário Cohn-Haft comparou a revoada de araras-canindé com as dos periquitos nas palmeiras do condomínio Ephigênio Salles, na Zona Centro-Sul. Só que estes últimos decidiram voltar todos os anos.
“Eles ficaram comendo a safra de manga e dormindo no V8. Depois foram para a várzea para se reproduzir, mas voltaram nos anos seguintes. Agora passam seis meses na cidade e voltam para a várzea para reprodução. Alguns ainda ficam aqui na época do verão, mas a maioria dos 12 mil que dormem no V8 vão para a várzea para se reproduzir. Esse bicho tem super memória, sabe onde tem comida. É capaz de isso acontecer no próximo ano com as araras. Pode ser que ano que vem elas voltem de novo. Algumas para ver se têm recurso, se não tiver, farão só uma volta de reconhecimento e não vão ficar”.
Desmatamento, aterros e o fim dos buritizais
O pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) Mário Cohn-Haft afirmou que as araras-canindé deixaram de aparecer em Manaus há pelo menos dez anos. Conforme ele, os fatores que as fizeram serem ‘eliminadas’ da cidade foi o desmatamento de áreas verdes, aterro de igarapés e destruição de buritizais.
Conforme ele, as araras começaram a aparecer novamente em outubro e permanecem até agora. Mas elas não mantêm a rota perfeitamente previsível, estão indo onde tem comida. “Parece que aqui elas têm muita coisa para comerem tanto frutos de árvores frutíferas plantadas, como azeitoneira, quanto também de árvores nativas das nossas áreas verdes, como açaizeiro”, disse.
Ele ressalta que não se sabe o que causa as invasões esporádicas de aves, como a observada com as araras-canindé. “Esse evento é completamente desconhecido”, pontuou.  “Mas muitas espécies de ave no mundo inteiro que dependem de comida, principalmente frutas, que podem ter safra boa ou ruim, tem tendência de seguir a disponibilidade de alimento”, completou.
Cohn-Haft conta que arara é um ‘bicho’ com vida longa, memória excelente e sociabilidade entre si pela troca de conhecimento. “Esse tipo de evento é mais provável acontecer com bichos que comunicam entre si informações sobre recurso. Um bicho desses voa longa distância atrás de comida. Pode ser até mesmo arara da cidade que foi embora e depois de muito tempo voltou porque sabe onde tem comida”.
Frase
“O que nos resta é o prazer de poder assistir um espetáculo tão bonito como esse de ver a revoada de araras-canindé. É um privilégio podermos observar esse evento especial que é tão incomum acontecer. É o tipo de coisa para contar para os nossos netos. Talvez eles cheguem a ver também”. Mário Cohn-Haft, pesquisador do Inpa

(Foto: Anselmo D’Affonseca/Divulgação)

São Paulo pode perder João Schmidt para o Atalanta, diz jornal

São Paulo pode perder João Schmidt para o Atalanta, diz jornal

Segundo o site Corriere dello Sport, o volante chega ao clube italiano em junho
O Estado de S.Paulo
29 Dezembro 2016 | 10h15
O São Paulo corre o risco de perder um de seus atletas mais valorizados no mercado. Com contrato até junho de 2017, João Schmidt ainda não acertou sua renovação e está negociando com o Atalanta, da Itália, segundo o site Corriere dello Sport.
A publicação afirma que Schmidt chegaria na metade do próximo ano, em um investimento na casa de 2 milhões de euros (R$ 6,8 milhões). Para tentar seguir com o jogador, o clube do Morumbi ofereceu uma valorização de 100% no salário de R$ 60 mil mensais. Ele, contudo, não se mostrou inclinado a aceitar.
Foto: Rubens Chiri/Saopaulofc.net
joão Schmidt
Investimento para contar com o volante seria na casa de 2 milhões de euros
Sem Hudson que foi emprestado ao Cruzeiro e com chances de perder outro volante, o São Paulo sonha com a chegada de Bruno Henrique, que defende o Palermo. O ex-corintiano, contudo, se diz feliz e adaptado ao futebol europeu, o que dificulta uma possível vinda nesta janela de transferências.
Até o momento o clube tricolor já acertou as chegadas de Wellington Nem, Neilton e Sidão. Já o meia Cícero está muito próximo de ser anunciado oficialmente.

SO ESCANDALO NO FUTEBOL BRASILEIRO !

Esquema de corrupção na CBF recebeu R$ 120 milhões, diz FBI

Esse é o valor da soma das propinas pagas a Del Nero, Marin e Ricardo Teixeira – os três últimos presidentes da entidade
JAMIL CHADE / CORRESPONDENTE EM ZURIQUE ,
O Estado de S.Paulo
06 Dezembro 2015 | 07h00
Marco Polo del Nero, José Maria Marin e Ricardo Teixeira – os três últimos presidentes da CBF – montaram um esquema corrupto que arrecadou pelo menos R$ 120 milhões em propinas. Investigações lideradas pelo FBI apontaram que eles cobraram uma espécie de “pedágio” para cada empresa que procurava a entidade com a meta de fechar acordos de transmissão ou de exploração de marketing.
Ao Estado, fontes próximas à investigação nos EUA indicaram que os valores manipulados pelos brasileiros estão entre os maiores do escândalo que sacode o futebol mundial. O que impressionou os investigadores do FBI é o caráter sistemático das propinas cobradas. No documento emitido pelo Departamento de Justiça, o envolvimento dos três cartolas é resumido em uma frase: “Eles conspiraram de forma intencional para fraudar a CBF.”
Os investigadores revelam que o esquema criou uma situação em que acordos comerciais mais vantajosos para o futebol deixaram de ser assinados. A opção era sempre por empresas que estivessem dispostas a pagar propinas. As vítimas, segundo o FBI, foram a CBF e o futebol brasileiro, que poderiam ter arrecadado mais para financiar clubes e torneios.
Foto: Michael Probst/AP
Jamil Chade é premiado por reportagens do escândalo Fifa/CBF
Investigação do FBI abalou a estrutura de corrupção montada por cartolas
Del Nero, Marin e Teixeira dividiram, por exemplo, R$ 2 milhões por ano em propinas pagas pelo empresário José Hawilla para as edições anuais da Copa do Brasil.
Teixeira, ainda nos anos 90, também fechou um acordo com Hawilla para dividir o lucro que o empresário teria obtido ao intermediar o acordo da Nike com a CBF avaliado em US$ 160 milhões. Outros US$ 40 milhões foram para uma conta na Suíça, divididos entre Hawilla e Teixeira.
Uma parte significativa da corrupção montada estava relacionada com a Copa América. A Datisa, empresa que em 2013 comprou os direitos de transmissão e marketing até 2023 para o evento, concordou em pagar US$ 3 milhões por edição do torneio ao presidente da CBF no momento do evento.
Mas o valor da corrupção pode ser ainda maior. Del Nero, por exemplo, compartilhou propinas com Marin para pelo menos três edições da Copa Libertadores da América. Teixeira ainda recebeu “milhões de dólares” para garantir a presença dos melhores jogadores brasileiros nas edições da Copa América entre 2001 e 2011. Os valores não foram divulgados por enquanto.
Na avaliação do FBI, o que surpreende na investigação é o “caráter endêmico” da corrupção – e também os métodos usados para tentar esconder o dinheiro. Foram usadas malas repletas de dinheiro, notas frias, contratos fictícios, chantagens, obras de arte, terrenos, contas em paraísos fiscais, empresas de fachada, mansões, jatos privados e até dinheiro camuflado na construção de piscinas.
No meio da semana a Justiça americana lançou a segunda etapa na operação contra a corrupção no futebol. Um total de 24 dirigentes e empresários já foram indiciados, e os americanos alertam que pelo menos mais 27 estarão na lista até 2016. O impacto na América Latina tem sido profundo, com a prisão, afastamento e até fuga de presidentes de confederações e associações nacionais. Brasil, Chile, Bolívia, Costa Rica, Honduras, Guatemala, Venezuela e Colômbia foram sacudidas pela crise.
Os americanos já confiscaram US$ 100 milhões dos envolvidos, e as multas chegaram a US$ 190 milhões. “Em 25 anos, a corrupção floresceu e se transformou em endêmica”, disse o Departamento de Justiça dos EUA.
De acordo com os americanos, não é apenas a extensão geográfica que chama a atenção, mas também a maneira como o dinheiro foi “contrabandeado” por fronteiras.
Jack Warner, ex-vice-presidente da Fifa, por exemplo, chegou a usar dinheiro do Fundo de Desenvolvimento para o Futebol para comprar uma mansão em Miami em 2005. Ele também mandou seu filho Daryan em um avião até Paris para receber uma mala de dinheiro da campanha da África do Sul para sediar a Copa de 2010.
Daryan nem dormiu em Paris. Horas depois de chegar à França, embarcou em um voo de retorno para Trinidad e Tobago.
Para pagar propinas para Teixeira e outros dirigentes, J. Hawilla criou empresas de fachada em nome do brasileiro José Margulies (conhecido como José Lázaro), e que serviam para receber e pagar as propinas. Ele ainda usava o serviço de doleiros, “destruía com regularidades provas de suas atividades e orientava dirigentes a não usar contas em seus nomes para não chamar a atenção da Justiça”.
TABELA
Na Conmebol, as investigações também apontam profundos desvios de verbas. O volume de propinas e o fato de ser generalizada chegou a obrigar as empresas a criar tabelas de subornos, baseados na importância de cada federação nacional dentro da Conmebol.
Se inicialmente apenas Argentina, Brasil e Uruguai levavam dinheiro para permitir que contratos fossem assinados, o cenário mudou depois que seis federações menores do continente se rebelaram em 2009. O motivo: também queriam sua parte na propina. Assim, quando a empresa Datisa foi criada em 2013 para obter o contrato para a Copa América até 2023, pagava por edição US$ 3 milhões para os “grandes” e US$ 1 milhão para as federações menores.
Não faltaram nem mesmo tentativas de enganar as autoridades americanas com justificativas absurdas. O uruguaio Eugenio Figueredo alegou “demência” para não responder a perguntas do fisco americano. Hoje, está preso em Zurique.

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Businessman Joaquim Alencar wants to play the presidency of the Amazonian Football Federation

Businessman Joaquim Alencar wants to 
play the presidency of the Amazonian 
Football Federation
 

Businessman Joaquim Alencar wants to play the presidency of the Amazonian Football Federation


 

 

Empresário Joaquim Alencar quer disputar a presidência da Federação Amazonense de Futebol


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Se o presidente da Federação Amazonense de Futebol reclamava de que ninguém queria assumir o “pepino”, não tem mais argumento. O empresário Joaquim Alencar, que fez história no futebol amazonense ao promover grandes eventos, como a vinda do Cosmos de Nova Iorque a Manaus e a contratação do “Furacão da Copa de 70” Jairzinho pelo Fast Clube, quer o cargo, mas não acredita no discurso de desapego do atual mandatário.

Confira a entrevista que ele deu ao blog:
Blog – O presidente da FAF, Dissica Valério Thomaz, está no cargo há muito tempo e costuma dizer que só continua porque não tem quem queira substitui-lo. O que o senhor acha dessa afirmação?
Joaquim – Não é verdade , até porque Lionel Ferreira , que foi candidato várias vezes . sempre reclama que o presidente da não disponibiliza nada e esconde inclusive o edital de convocação .
Blog – O que você acha da condução do futebol amazonense?
Joaquim – A gestão deixa a desejar em todos os sentidos. Não tem planejamento e nem objetivo .
Blog – Por que campeonatos de bairro e o Peladão fazem mais sucesso que o Campeonato Amazonense?
Joaquim – Porque eles têm planejamento, mídia e apoio de patrocinadores, além de estratégias de marketing.
Blog – O que o credenciaria a ser presidente da FAF?
Joaquim – Tudo que aconteceu de bom no futebol amazonense nos últimos 40 anos foi realizado pelo Joaquim Alencar e seus pares ou teve  a participação dele .
Blog – O que o senhor pensa sobre as denúncias de corrupção no futebol?
Joaquim – Com a palavra o Ministério Público do Estado, que já denunciou o malfeito .